domingo, 25 de março de 2012

DIETA DE HAY - Parte 2/2

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(Continuação)

Ele considerava este equilíbrio desejável, pois reflete a proporção de ácidos e bases normalmente excretada.
De facto o organismo tem o seu próprio sistema regulador, que geralmente pode contrariar a ingestão excessiva de ácidos ou bases.
A dieta de Hay pode ser útil pelo simples facto de encorajar as pessoas a reeducarem os seus hábitos alimentares.
Muitas publicações afirmam que esta dieta é um bom método de emagrecimento, mas é provável que qualquer perda de peso se deva a uma redução da ingestão de calorias através de um menor consumo de gorduras e de as refeições estarem limitadas a um único tipo de alimento principal.
Alguns aspetos da dieta de Hay estão em sintonia com as atuais diretivas para uma alimentação saudável, que destaca a importância de comer fruta, legumes e amidos integrais e de limitar a ingestão de gorduras.
É provável que a ingestão de hidratos de carbono na dieta de Hay seja equivalente a 50% do total de calorias que as autoridades responsáveis costumam aconselhar, embora possa conter uma quantidade ligeiramente mais elevada de açucares do que o recomendado.
A afirmação de que o organismo humano é incapaz de digerir proteínas e amidos ao mesmo tempo não é universalmente aceite por nutricionistas e médicos.
Contudo esta dieta pode ser adequada a pessoas com certos problemas digestivos.
Muitas pessoas garantem que a dieta pode ajudar em casos de úlceras do duodeno e que além de a dieta ser fácil de seguir, pode também melhorar a qualidade de vida.
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