terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A ESTERILIDADE - Parte 1/3

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A esterilidade é a incapacidade de um casal em conceber.
A concepção depende da produção de espermetozóides saudáveis pelo homem, de óvulos
saudáveis pela mulher e de relação sexual para os espermatozóides alcancem as trompas
de Falópio da mulher.
Contudo nem sempre estas condições ocorrem, podendo dever-se a uma diversidade
de problemas clínicos em qualquer um dos membros do casal, bem como a uma
alimentação pobre em nutrientes e vitaminas.
Neste último caso, é possível, em parte corrigir esta situação através de alimentação
equilibrada e saudável.
Alguns estudos indicam que muitas mulheres com dificuldades em engravidar fizeram em
períodos anteriores, dietas de emagrecimento incorretas que careciam de nutrientes vitais.
Também é fundamental que as mulheres mantenham um nível óptimo de gordura
no corpo " pelo menos 18% do seu peso.
Com níveis inferiores de gordura, podem ocorrer desequilíbrios hormonais que podem
dar origem a ausência de ovulação.
Por sua vez esta ausência provoca esterilidade.
No outro extremo, a obesidade também pode limitar as probabilidades de concepção da mulher.
Qualquer mulher preocupada com a sua fertilidade deve examinar a sua alimentação,
a fim de garantir uma ingestão adequada de zinco, magnésio, ferro, ácido fólico, vitamina C
e ácidos gordos essenciais.
Em algumas mulheres que tomaram a pílula contraceptiva durante muitos anos verifica-se
uma redução da fertilidade durante os primeiros meses que se seguem à interrupção desse
método de contracepção.
Nesses casos, pode ser útil seguir as recomendações aqui apresentadas e incluir ainda na sua
dieta alimentos ricos em manganés ( como a aveia, o germe de trigo as castanhas, o pão de
centeio e as ervilhas), que estimula a ação do estrogénio, e vitamina B6 ( presentes nos cereais
integrais e legumes verdes), que também participa no metabolismo do estrogénio.
(continua)
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