domingo, 18 de dezembro de 2011

A HIPERACTIVIDADE E A ALIMENTAÇÃO

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Dá-se a designação de hiperactividade ou síndroma da criança hipercinética, ao padrão de comportamento
de certas crianças que estão constantemente agitadas e têm dificuldade de concentração numa actividade.
Este distúrbio é quatro a cinco vezes mais comum nos rapazes do que nas raparigas.
Nos últimos anos, têm sido realizadas as mais variadas pesquisas nos campos da medicina e da
nutrição na tentativa de descobrir uma forma de tratar e curar as crianças hiperactivas.
Foi sugerido que determinados aditivos alimentares, nomeadamente alguns corantes sintéticos, em que se incluem,
a tartarazina (E 102), e conservantes, entre os quais o ácido benzóico, poderiam ser responsáveis
na ocorrência deste problema.
De qualquer forma, continua a verificar-se grande polémica acerca dos efeitos desses aditivos e
do número de crianças, supostamente por eles afectados.
Apesar de tudo, alguns estudos indicam que as crianças com dificuldades de comportamento e aprendizagem
poderão apresentar acentuadas melhoras se forem eliminados da sua dieta os aditivos presentes em
sumos de laranja, chocolate, bacon, fiambre, presunto, salame, e outros alimentos processados.
O excesso de cafeína presente no café, chá, chocolate amargo e algumas bebidas à base de colas, também
tem sido apontado como causa de hiperactividade, o mesmo se passando com a intolerância a certos alimentos.
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