terça-feira, 27 de março de 2012

A PRESENÇA DE ALUMÍNIO NA ÁGUA

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É frequente a adição de sulfato de alumínio à água com o objetivo de eliminar matérias em suspensão.
Embora a maior parte do alumínio seja removido por filtragem uma pequena quantidade passa
para a rede de fornecimento de água.
De acordo com as normas atuais da Comunidade Europeia, a concentração máxima permitida de
alumínio na água é de 0,2 mg/l.
No entanto, um artigo publicado na revista médica The Lancet em 1989 demonstrou que em
regiões onde os níveis de alumínio na água potável excediam 0,11 mg/l havia maior risco de
ocorrência da doença de Alzheimer do que em áreas onde esse valor era inferior a 0,01 mg/l.
Apesar destes dados, a ligação entre a absorção de alumínio e a doença de Alzheimer continua a
ser um assunto algo controverso, sem que seja certa a relação entre as duas coisas.
O doseamento do alumínio na água é de especial importância nos doentes que fazem hemodiálise
por insuficiência renal,
como se comprovou no caso da morte 25 de pacientes, em 1993, na cidade de Évora, que faziam hemodiálise no
Hospital local e vieram a falecer por excesso de alumínio na água utilizada durante a hemodiálise.
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