quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A BULIMIA - Parte 2/2

(continuação)
O objectivo final, porém, é persuadir o doente a adoptar um padrão alimentar saudável que inclua uma
grande variedade de alimentos contendo todos os nutrientes essenciais em quantidades equilibradas.
Deve tentar-se evitar tudo o que possa perturbar o equilíbrio alimentar ou afectar o estado
mental do doente, como café, chá ou álcool em excesso.
É importante incluir-se na dieta do doente uma quantidade razoável de alimentos contendo hidratos de carbono,
como por exemplo, pão integral, massas, arroz, mas restringir as gorduras e o consumo de salgadinhos, bolos e bolachas.
Conseguir equilibrar as gorduras, os hidratos de carbono e as proteínas segundo as orientações apresentadas
em dietas de emagrecimento ajudará o paciente a atingir e manter um peso ideal e estável, essencial à sua recuperação.
Uma dieta relativamente rica em fibras auxiliará o movimento dos alimentos através do aparelho digestivo,
acabando com a dependência em relação aos laxantes, no entanto estas medidas devem ser introduzidas
progressivamente, a fim de limitar o incómodo muitas vezes sentido pelos bulímicos, cujo sistema digestivo,
após anos de excessos, estará provavelmente desabituado da passagem normal de alimentos.
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